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10 perguntas que os pais devem fazer ao pediatra

10 perguntas que os pais devem fazer ao pediatra

10 perguntas que os pais devem fazer ao pediatra
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A ida ao pediatra é um momento que todos os pais podem e devem aproveitar para esclarecer as dúvidas que existem sempre em relação à saúde e ao desenvolvimento dos seus filhos. Faça a lista, reveja e verifique se lá constam estas 10 perguntas que mãe e pai devem colocar sempre que forem à consulta de pediatria. Lembre-se: não existem perguntas proibidas entre pais e pediatras, existem apenas perguntas que não podem ser esquecidas.

1. “O meu filho está com o peso certo?”

Desde que nascem que os bebés começam a dar preocupações aos pais no que diz respeito ao seu peso. Uma das maiores ansiedades dos pais é saber se o peso dos filhos está de acordo com a sua idade e estatura. Assim, perguntar ao pediatra se a criança tem o peso adequado é definitivamente uma pergunta obrigatória! Através do peso da criança conseguem avaliar-se outros fatores indicativos do seu bom desenvolvimento, até porque uma criança com peso a menos ou peso a mais, pode eventualmente precisar de uma maior vigilância e cuidados.

2. “Ele já faz tudo o que é suposto fazer nesta idade?” 

Esta dúvida persegue os pais diariamente e a tentação em que muitas vezes caem de estabelecer comparações com outras crianças da mesma idade, deixa-os cheios de incertezas e inseguranças. Felizmente, as notícias são quase sempre boas e o pediatra consegue sossegar mãe e pai, esclarecendo que a maioria das crianças desenvolve-se ao seu próprio ritmo, apesar de por vezes poderem apresentar pequenas variações em relação à média esperada. No entanto, esta é uma pergunta crucial, que acaba por alertar o pediatra para as dúvidas existentes, permitindo assim que proceda ao despiste de eventuais complicações.

3. “É normal recusar certos alimentos? Não lhe estarão a fazer falta?”

A alimentação é um capítulo que suscita sempre inúmeras perguntas por parte dos pais. As crianças desde cedo manifestam as suas preferências por este ou por aquele alimento e algumas recusam mesmo terminantemente a comer o que não gostam (ou o que não lhes apetece!), deixando os pais sem saber o que fazer. É muito importante que tenham a certeza sobre se estão ou não a fornecer aos seus filhos todos os nutrientes indispensáveis a uma alimentação rica e saudável. Todas as perguntas neste campo são legítimas e não devem ser subestimadas, até porque o pediatra pode ser um bom aliado neste tema.

4. “Já não tem tanto sono. Quantas horas deve dormir?”

À medida que as crianças vão crescendo, a sua necessidade de sono vai sofrendo alterações, e o tempo que vão passar a dormir será menor. Além disso, é normal que uma criança mais velha se sinta curiosa com o mundo que a rodeia e com toda a informação que absorve ao longo dia – isso pode acabar por lhe tirar um pouco o sono. No entanto, continua a ser necessário que a criança durma e repouse tanto o corpo como o cérebro. Saber ao certo qual o tempo aconselhável para o seu filho dormir é uma pergunta que deve ser sempre feita ao pediatra.

5. “Era tão meiguinho em bebé! Noto que agora está diferente. Porquê?”

Aonde está o meu bebé sorridente que pedia miminhos a toda a hora? Os pais querem, com todas as suas forças, que os seus filhos cresçam e se transformem em crianças felizes, mas no coração de cada mãe e pai existe sempre a nostalgia dos primeiros sorrisos e dos primeiros abraços. Por exemplo, alguns pais sofrem bastante ao perceber que, à medida que cresce, a criança vai-se mostrando mais resistente às demonstrações públicas de afeto. Tão importante como questionar o pediatra sobre o desenvolvimento físico de uma criança, é perguntar sobre o desenvolvimento afetivo.

6. “Estará preparado para a entrada na escola?”

A etapa da entrada na escola é o início de uma nova fase na vida dos filhos… e dos pais! A partir dessa altura estão decididamente lançados num mundo que os vai acompanhar até à idade adulta. Estudos, livros, colegas e professores vão passar a fazer parte do mundo da criança tanto quanto até agora faziam os peluches e os coleguinhas de infantário. Sentir hesitações e medos é normal por parte dos pais, no entanto, o instinto de proteção por vezes tem que ser refreado e uma boa conversa com o pediatra mostrará que a criança está mais do que preparada para abraçar esta nova fase da vida.

7. “Por vezes parece preocupado. Estará doente?”

Os filhos crescem e com o seu crescimento físico crescem também as preocupações. Longe vão os tempos em que eram pequeninos e sabíamos sempre o que os deixava tristes: dores de dentes, dores de barriga, algum brinquedo partido, algum amiguinho que não emprestou o jogo… Mas quando crescem, as crianças vão adquirindo novas vivências e o seu horizonte vai-se expandindo. Nem sempre contam aos pais o que os preocupa e a primeira suspeita recai sempre sobre a doença. O pediatra será capaz de despistar qualquer doença física e saberá aconselhar os pais sobre as diferentes formas como poderão passar a conversar com a criança que cresce a olhos vistos.

8. “O rendimento escolar baixou! Precisará de vitaminas?”

Por vezes, as crianças que sempre foram excelentes alunos baixam o seu rendimento escolar à medida que vão progredindo nos estudos e isso pode deixar os pais angustiados ou desiludidos. Esta descida de rendimento escolar pode dever-se a vários fatores, desde a maior diversidade de interesses à crescente dificuldade das matérias ensinadas. Os pais tendem a pensar que se trata de uma carência de vitaminas, ou algum défice alimentar que precisa de ser regularizado. Por vezes, é realmente esse o problema e um suplemento vitamínico pode resolver o caso; por outro lado, é apenas a tarefa de viver que consome mais energia do que podemos imaginar e a criança está ótima de saúde. A resposta pode simplesmente passar por um maior acompanhamento nos trabalhos de casa, por exemplo. O pediatra também poderá avaliar o caso e é de extrema importância que esta pergunta seja feita, se for considerada pertinente.

9. “Passa horas à frente do computador! Devo proibi-lo?”

As crianças crescem e muito depressa descobrem as maravilhas da tecnologia que têm dentro de casa. Computadores, consolas, tablets, televisão – todas essas coisas que fazem a delícia dos mais jovens e que começam desde cedo a seduzir as crianças. Ainda muito novinhas já querem passar um tempo infinito em frente aos ecrãs: os pais preocupam-se e questionam-se sobre se será saudável tal comportamento e não sabem se devem proibir, limitar, ou simplesmente permitir. O pediatra poderá ser de grande ajuda também nesta questão, por isso, não há que hesitar em questionar sobre este assunto – uma orientação profissional é sempre muito importante.

10. “Diz que é crescido demais para consultas de pediatria. O que posso fazer?”

Ainda antes de entrarem na adolescência, é natural que surja alguma resistência nas idas à consulta de pediatria, embora é suposto as crianças frequentarem o pediatra até aos 18 anos. Mas é muito difícil fazer com que alguns jovens aceitem isso! Daí a importância de criar uma boa relação criança-pediatra desde cedo e, claro, manter as consultas anuais. Se algo não funcionar bem nesta relação desde o início, o ideal é procurar (até encontrar!) um pediatra com o qual a criança se sinta perfeitamente à vontade… até à idade adulta. Altamente especializados em lidar com  crianças/jovens/adolescentes, os pediatras também sabem fazer com que a pequenada se sinta à vontade, mesmo que chegue ao consultório contrariada. E qualquer pediatra atesta isto… é só perguntar!

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