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10 coisas que uma criança deve saber

10 coisas que uma criança deve saber

10 coisas que uma criança deve saber
Criança caminhar
Crédito da Imagem: 1

Existem muitas pequenas lições para a vida que os adultos devem fazer questão de ensinar às crianças, mesmo às mais novas. Quanto mais cedo aprenderem o que podem ou devem fazer em determinada situação, melhor. Afinal de contas, a prevenção é o melhor remédio.

  1. Número de emergência. Todas as crianças devem saber e memorizar qual o número de emergência a ligar no caso de se perderem, de uma acidente ou incêndio em casa. No entanto, também lhes deve ser explicado que este número de telefone é para ser utilizado em casos de emergência apenas.
  2. Perdi-me! Ensine às crianças que no caso de se perderem dos pais, não devem abandonar o local onde se encontram, nem devem ir com pessoas estranhas. Se um estranho quiser ajudar, diga às crianças que peçam que a ajuda seja levada até elas, uma vez que foram ensinadas a não sair do lugar em que estão. Caso contrário, devem aguardar o aparecimento dos pais ou de uma autoridade, como a polícia ou um segurança. 
  3. Não falar com estranhos. Explique à pequenada que não têm de falar com estranhos e que isso não é ser mal criado. As crianças devem saber que um adulto não vai perguntar a um miúdo direções ou as horas e que podem perfeitamente responder “não sei” ou “não lhe posso ajudar” em circunstâncias como estas. Para além disso, um estranho acompanhado de crianças não deixa de ser um estranho. Se a pessoa estranha insistir, a criança deve procurar um dos pais ou um adulto conhecido.
  4. No caso de fogo. No caso de se encontrarem numa situação de fogo, ensine à criança um procedimento básico: parar, deitar-se no chão e rebolar no sentido da saída mais próxima. Para casos como estes, também o conhecimento dos números de emergência é extremamente importante.
  5. Não fazer festas a animais desconhecidos. As crianças adoram animais e não têm problema nenhum em fazer festas em todos eles, no entanto, nunca sabemos como é que um animal pode reagir ao toque de um desconhecido, por isso, mais vale não tocar.
  6. Não é não. Quanto mais cedo ensinar às crianças que quando os pais ou outro adulto de confiança diz “não” isso significa mesmo que “não” e que, de facto, não adianta choros ou birras para alterar essa resposta. Dizer que “não” impõe limites e ensina valores valiosos como respeito e paciência.
  7. Objetos estranhos. As crianças são seres curiosos por natureza e tocam em tudo o que puderem para satisfazer essa curiosidade, no entanto, isso nem sempre é uma boa ideia, podendo mesmo ser prejudicial aos mais pequenos. Quando se depararem com objetos estranhos, ensine a pequenada a fazer 3 coisas: não mexer, abandonar o local, informar um adulto de confiança.
  8. Divórcio. Uma separação ou divórcio entre pais vai afetar profundamente qualquer criança e não deve ser um assunto “escondido” da mesma, com receio de a fazer sofrer ainda mais. Embora a criança não precise de saber todos os detalhes da separação, precisa de ser informada sobre o que vai acontecer e porquê. É igualmente importante que a criança saiba que ela não tem absolutamente nada a ver com a decisão dos pais. Saiba que mesmo tentando esconder a situação, a criança irá perceber o ambiente dentro de casa e irá preocupar-se com algo que não percebe, sendo que normalmente deita sempre as culpas para si. 
  9. As suas origens. Quer a criança seja adotada ou não conheça o pai ou a mãe, ela precisa de saber quais são as suas origens e quem foram ou são esses pais que já não se encontram presentes. A mentira e a omissão não são os melhores caminhos nestes casos, mas sim a honestidade, sempre dentro dos limites de compreensão da criança e da sua respetiva idade. 
  10. Dramas familiares. Tal como um divórcio ou separação, também outros dramas familiares precisam de ser adequadamente explicados às crianças e não omitidos. No caso, por exemplo, do desemprego de um dos pais, da contracção de uma doença ou de uma morte na família, é necessário informar a criança de uma forma que ela perceba, que não causa pânico ou sentimentos de culpa. A criança irá descobrir mais tarde ou mais cedo, por isso, compensa informá-la desde o primeiro momento.

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